Meu amor,
Que irrompeis da noite
Que correis pelos campos
Até me encontrar
Que sob a tácida lua
Uiva lancinante
E num grito cortante
Dispersa o luar
Largai paradigmas
Renegai vossa sina
Acolhei-me maldição
Sórdida serpente
Que entorpece tua mente
Envenena voss'alma
E vosso coração
Só aceitarei tua corte
Se aceitares a minha
E junto a mim
Quiseres prosseguir
Nossa lenda é injustiça
E vivo a premissa
De para sempre te amar
Sem ambos existir
Marcela Pessôa
27/06/2005
Sobre e para sentimentos Quixotescos
"Com as lágrimas do tempo e a cal do meu dia eu fiz o cimento da minha poesia."{Vinícius de Moraes}
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